Bebê morre após ficar 14 dias com a mesma FRALDA

By 01/11/2018Diversos, Filhos, Pai

 

O bebê Sterling Koehn, de 4 meses, foi encontrado morto em 30 de agosto de 2017, após ter ficado por 14 dias com a mesma fralda, o seu corpo foi encontrado na cadeira de balanço, no apartamento de seus pais em Alta Vista nos Estados Unidos.

O pai do bebê,  Zachary Paul Koenh, de 29 anos, é acusado de homicídio e ameaça contra a vida da criança. O tribunal ouviu o testemunho no dia (30) devastador que como foi encontrado o corpo do bebê de quatro meses, seu corpo estava infestado de larvas, ele morreu de “assaduras” extremas.

De acordo com o jornal Daily Mail, o pequeno Sterling Koehn estava com a mesma fralda por volta de 14 dias, quando seu corpo foi encontrado no dia 30 de agosto de 2017, no apartamento de seus pais, disseram os jurados.

A mãe do bebê, Cheyanne Harris, também é acusada e enfrentara o julgamento separado em data posterior.

O procurador geral, Coleman McAllister, disse aos jurados que a fralda suja do bebê havia atraído insetos que colocaram ovos, que haviam surgido vermes. A ruptura da pele levou as bactérias e.coli se instalarem. “ele morreu de assaduras. Isso mesmo, assaduras”, disse McAllister.
No relatório do legista o bebê morreu de desnutrição, desidratação e infecção.

A autópsia descobriu que o bebê, que os vermes na pele e nas roupas da criança, indicou que ele não havia sido lavado, nem removido do balanço por mais de uma semana.

O advogado de Koehn, disse que a morte do bebê foi uma tragédia, mas não um crime.

A filha mais velha do casal, de dois anos, também estava no apartamento e estava saudável, e que Koehn tinha dinheiro para comprar comida e suprimentos para os bebês. Ele afirmou que Koehn era usuário de drogas.

A enfermeira e a equipe de resgate do condado EMT Toni Friedrich testemunharam na terça-feira que ela foi a primeira a chegar ao apartamento depois que Koehn ligou para o 911 para informar que o bebê havia morrido.

Friedrich disse que Koehn não demonstrou emoção quando a levou para o quarto escuro e quente onde o corpo do bebê estava. Os olhos do bebê estava abertos e era um olhar vazio, declarou ela. Ela também contou que tocou no peito do bebê, e que sua roupa estava dura. Quando ela tirou o cobertor, mosquitos e moscas voaram para cima.

O julgamento de Koehn foi transferido para o Condado de Chickasaw. Após a prisão do casal em outubro do ano passado, constatou-se que ambos tem histórico de uso de drogas, incluindo metanfetamina.

Reprodução- facebook pais do bebê